anotações para uma curta memória de longa duração


Do dog que não era um dog
15/09/2010, 00:45
Filed under: Inutilidades, Pequenos relatos, Uma vizinhança do barulho

Olha, OLHA, faz tempo que uma semana não começa tão bafônica assim, hahah.

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Hoje a dona diarista nova número 874875 veio (espero que seja a última NOVA diarista…) e o apê está habitável novamente, apesar de algumas mudanças na décor como meu tapete que está no quarto das meninas e a nossa plantona que foi transferida para a sacada, mas nada muito grave.

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Bom, até andei comentando ultimamente que eu gostava de cachorro, e tem duas casas aqui do lado de onde eu moro que tem dois dogs muito fofos. Tem um labrador meio obesinho na casa imediatamente à minha direita e à direita dessa tem um cachorro branco e peludo que eu não imagino a raça. Esse cachorrão branco tem problemas pra andar e toda vez que eu acordo bem cedo ou volto da academia, o dono está na calçada e o cachorro ali deitado, paradinho. Mas assim, esse cachorro é MUITO fofo. Mesmo. Grande, branco, peludo e com cara de coitadinho. Não tem como não amar, como diria Alininha.

Quando minha mãe veio pra cá, até comentei que um dia na volta da academia eu ia parar o carro e ia falar com o dono do cachorro. E boatos que esse dia foi hoje.

Falei pro dono do dog que o cachorro dele era muito lindo e o homem me olhou com uma cara de “qqqqq? sua louca varrida”, daí expliquei que morava logo ali, e conseguia ver o dog todo dia da janela. Daí ele disse que não era um dog, era uma dog! Que fofona. Uma dog de 10 anos, que tem problema na coluna, por isso ele a coloca duas vezes por dia ali, sentada na calçada, pra olhar o movimento e se distrair um pouco. Esqueci de perguntar a raça, mas algo me diz que eu não vou sossegar enquanto não der um abraço naquela cã, hahah. Então vou ter outras oportunidades pra perguntar isso.

Depois lembrei da minha última viagem e de como os dogs de rua de Santiago são lindos e bem-cuidados e fofões e enormes, e lembrei de umas fotos que eu tirei em viagens. Reparem que os dogs simplesmente se atravessam na minha vida (se apertar em cima da foto, ela fica enorme e dá pra ver toda a FOFURA que emana):

acho que foi em viña del mar

acho que foi em valparaíso

esse eu sei! láaa em whitefish (dose dupla)

PS: Minha tia-avó de 95 anos também fala “dog”.

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Vizinhança do barulho – extreme edition!
11/09/2010, 20:56
Filed under: Uma vizinhança do barulho

E daí que eu festei durante a semana e me restou trabalhar/estudar/escrever no final de semana. Ok, nada demais, já estou acostumada a fazer isso mesmo.

O problema é quando um vizinho do prédio tá escutando pagode a TODA altura e outro CRETINO do bairro tá fazendo um churrasco e escutando axé num volume que eu achei que era impossível de existir. E daí? Como faz pra LER alguma coisa? Com as duas músicas se misturando?! A vontade é gritar na sacada e mandar todo mundo praquele lugar e enfiar os respectivos aparelhos de som lá também.

Mas ainda é antes das 22 horas. Às 22h01 vou ligar pra síndica. Tomara que o pagode esteja vindo do mesmo apartamento que ligou pra reclamar do nosso barulho, uma vez aí… Pena que a síndica não pode resolver o problema do churrasco do cretino do axé. Rola ligar pra polícia nesses casos?!

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Update! Rooney confessou que era ele quem estava ouvindo pagode! Mas como ele tem uma longa história com a síndica, desligou bonitinho o som antes das 22h… heheh.



Intervenções necessárias
25/04/2010, 17:30
Filed under: Uma vizinhança do barulho

Por favor, alguém tome uma providência e…

1) Esconda todos os meus chocolates, em prol do bem-estar da minha testa;

e

2) Suba até o 64 e estraçalhe o piano do tio sem noção.

No aguardo.



Pois é… 4 de 30

Blog, né? Lembrei que tenho um.

Essa semana quase que os patinhos voltaram pra cá, tive febre de novo mas era só a minha garganta. Tive casamento no sábado né, então minha garganta se pira. Sempre. Outra constante de casamentos é que, se a dança da manivela toca, meu final será feliz. Grandes teorias sobre os casamentos alheios…

Na sexta passada minha família veio pra cá (casamento, lembram?), então passeei com eles em pontos culturais importantes de SP como a 25 de março e a José Paulino. Comprei muitos bagulhos inúteis (mentira, eu estava precisando de uma bolsa preta… juro) e almoçamos no mercado municipal. É legal lá né? Não tinha ido ainda. Não comi o sanduíche de mortadela (blergh) e nem vi o pastel de bacalhau, mas já cortei o programa 1 da lista. :)

Essa semana escrevi algumas páginas da minha qualificação. (É, já estou escrevendo. Sim, está super cedo. Não, não foi idéia minha.) Então desapareci meeeeesmo e provavelmente continuarei meio sumida até março. Falando em sumiço, até o momento sei que passarei o Carnaval em Curitiba – o que não deixa de ser um sumiço porque ninguém estará lá, apenas eu. Mas como vou pra lá só no domingo, serei companhia para quem estiver em SP de bobs, ok?

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Algum vizinho estava escutando Bon Jovi das antigas na última altura. Adoro! Pena que durou só umas 3 músicas.



As abelhas

(Gostei dessa história de programar post! Esse vai ao ar enquanto eu estiver na aula, lá por umas 15h47…)

Porque morar num bairro com barulhos bizarros não é suficiente. Porque aguentar o vizinho-pianista-espremedor não basta. Porque ouvir briga de marido e mulher na rua no sábado de tarde não é decadência ainda.

Agora eu moro num prédio rodeado de abelhas.

Sexta-feira B1 estava em casa e me ligou para avisar que o nosso apartamento estava com as janelas todas fechadas – abelhas haviam invadido a sala pela janela da sacada e o tiozão-zelador-antipático havia sido chamado para exterminá-las. Ok, cheguei de noite e elas haviam desaparecido, mas eu não duvidei de B1, B1 sabe o que diz.

No sábado de tarde, vi muitas, muitas, MUITAS abelhas rodeando a lâmpada da sacada! A piazada vizinha também está com o mesmo problema – deve ser uma coisa geral né? Fiquei trancafiada o final de semana inteiro, sem um mísero arzinho novo para respirar.

Domingo a situação já tinha melhorado um pouco, só umas 10 abelhas vieram me visitar. Fiquei meio tristinha, sabe como é, é legal receber visitas inesperadas quando se mora sozinha, mas ver algumas das abelhas batendo a cabeça no vidro me deixou mais animadinha. :)

Depois fiquei sabendo que alguém passou veneno em algum lugar – no lugar de onde elas surgem, só pode. Eu acho que colocar veneno na casinha da abelha (ok, colméia…) é proibido, mas não conta pra ninguém não, eu tô precisando de um ventinho renovado em casa…



Rapidinhas (uy!)
13/08/2009, 23:35
Filed under: Pequenos relatos, Uma vizinhança do barulho

Depois da fome e do inchaço, veio a cólica. Até a hora do almoço minha cama e alguns comprimidos de tylenol foram meus melhores amigos. Depois um miojo e uma salada que já estava pronta. Não dava pra ficar de pé tempo suficiente pra fazer outra coisa.

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De tarde alegrei-me (?) pois recebi visita e terminei algumas tarefas. Também recebi alguns emails que me deixaram feliz.

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Meu querido vizinho cretino, pianista e espremedor de laranjas, voltou de férias. O que me fez lembrar que, a partir de segunda, tudo volta ao normal em meu luxuoso bairro. Tudo as criança voltam pra aula. Já sinto saudades das férias dos outros.



Acesa
02/08/2009, 02:10
Filed under: Uma vizinhança do barulho

São quase 2h10 da manhã. Meu sono, que já é inexistente, está sendo atrapalhado por uma maldita roda de samba proveniente do inferno. Em tempos de gripe não se fazem rodas de samba… ficadica.